Projeto Arenito e Matsuda completam 15 anos de parceria de sucesso

A Matsuda entrou no projeto não só com produtos, mas com a capacidade técnica dos seus profissionais.

O Projeto Arenito nasceu em 2003, no noroeste do paraná, com a real necessidade em fazer um trabalho de pesquisa e difusão in loco no Arenito, uma região que abrange 3 estados (noroeste do Paraná, sul do Mato Grosso do Sul e oeste de São Paulo), com mais de 6 milhões de hectares de pastagens e em sua grande maioria, degradadas.

De acordo com Fernando Ribeiro Sichieri, engenheiro agrônomo e mentor do projeto, no ano de 2003 o Arenito estava perdendo muitas áreas para cana, por falta de tecnologias, e de opções para o agropecuarista. “Foi aí que junto com a UEM, Universidade Estadual de Maringá, no Paraná, começamos o Projeto Arenito na Estancia Jae, em Santo Inácio. Lá validamos sistemas de Integração lavoura e Pecuária, ILP, onde plantamos soja no verão e no inverno começamos com algumas opções de aveia, brachiarias spp, e consórcio com sorgo. Foram 10 anos trabalhando com a pecuária de leite, e o tratamento de soja com a brachiaria foi imbatível, conseguimos mais de 2 mil litros de média em 10 anos”.

A Matsuda entrou no projeto não só com produtos, mas com a capacidade técnica dos seus profissionais, foi realizado lá o pré-lançamento e a validação do panicum maximum cv. MG12 Paredão, uma espécie que se encaixa perfeitamente em solos de arenito com alta tecnologia, afirma Fernando.

No segmento de Nutrição Animal também foi firmada uma grande parceria, e de lá até aqui, já são 15 anos. O que trouxe números e informações consistentes para o agricultor e para o pecuarista, que usam e adaptam essas tecnologias, às suas realidades.

“Nós fizemos este trabalho na Estância Jae por 14 anos, e há 4 anos estamos atuando também na Chácara Paraíso em Colorado, PR, lá conseguimos mais uma ferramenta que é a irrigação, para potencializar toda a genética, seja das brachiarias spp, entre elas a brachiaria brizantha cv. MG5 Vitória, e do panicum maximum cv. MG12 Paredão, e ainda validamos as variedades de soja”, afirma.

O projeto ao longo destes 18 anos fez 23 Dias de Campo, com mais de 8 mil pessoas participando diretamente e milhares através de trabalhos publicados e postagens nas redes sociais.

“Agora entramos em uma outra fase, a Cria de Alta Performance, com irrigação de cultura anuais soja e milho e pastagens perenes, a irrigação traz mais segurança produtiva as adversidades climáticas que estamos enfrentando nos últimos anos. É o único projeto no Brasil que tem uma pesquisa e uma validação de quanto custa 1 kg de bezerro produzido, através da Integração Lavoura Pecuária, ILP, com alto manejo de pasto, alta adubação aonde otimizamos lucros equiparados a lavouras de terra roxa com soja e milho. Então a cria está sendo muito importante no Brasil, e nós constatamos essa falta de pesquisa e validação justamente pela complexidade da categoria. Nós junto com o grupo Matsuda iniciamos um projeto para mostrar a viabilidade com o uso de tecnologia, manejo e números, que são consistentes, lucrativos e sustentáveis ao longo dos anos, a Matsuda sempre desafiando a produtividade, junto com o projeto Arenito, fazendo da agropecuária do futuro, hoje”, finaliza.

Fernando Sichieri entregou ao diretor do Grupo Matsuda Arilton Sammi um quadro que simboliza a parceria pelos 15 anos de sucesso com o Projeto Arenito. Na foto temos ainda o engenheiro Agrônomo e responsável técnico pelo Grupo Matsuda Alberto Takashi e o supervisor comercial Luiz Ferrari.



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